sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Em 2010: Adobe Flash Camp no Brasil


A cidade de Maceió, em Alagoas, recebe nos dias 15 e 16 de janeiro o Adobe Flash Camp. O evento, organizado pela própria Adobe, abordará as novidades e aplicações para o software Flash.

É a primeira vez que uma edição do encontro é realizada no Brasil. O evento terá participação de profissionais desenvolvedores, estudantes, além da presença de palestrantes internacionais.

O Flahs Camp também tratará de assuntos como realidade aumentada, aplicações corporativas de Flash/Flex e transmissão de vídeo em alta definição. As inscrições custam R$ 45 e podem ser efetuadas até o dia 13 de janeiro.

Motorola MILESTONE: o rei dos Android


Com hardware poderoso e a versão 2.0 do sistema do Google, novo smartphone da Motorola tem fôlego para deixar sua marca em um mercado concorrido

Recém-lançado nos EUA o Motorola DROID é o segundo smartphone da empresa baseado no sistema operacional Android, do Google, e o primeiro a chegar ao mercado com a versão 2.0 do software. Sua estréia nos EUA foi marcada por uma campanha de marketing agressiva, que proclamava que "O DROID faz o que o iPhone não faz" e gerou expectativa entre os usuários e a imprensa especializada.

Menos de dois meses após o lançamento no exterior, o DROID desembarca no Brasil com uma nova identidade: Motorola MILESTONE. Fora a diferença nos padrões de telefonia (o MILESTONE é um telefone GSM, o DROID é CDMA), praticamente todo o resto é idêntico, tanto em termos de hardware como software. Com o aparelho em mãos, chegou a hora de responder à pergunta: será que ele corresponde às expectativas?

Aparência sóbria, hardware poderoso

Medindo 11,5 x 6 x 1,3 cm e pesando 165 gramas, o MILESTONE tem design controverso. "Quadradão", em preto e com detalhes em dourado, ele tem um "quê" de anos 70 que divide opiniões: há quem o ache sóbrio e sofisticado, e há quem jure que é brega. Assim como seu irmão menor, o Motorola DEXT, o MILESTONE tem um teclado QWERTY integrado, mas que comparado ao do modelo anterior é um retrocesso.

O problema é que apesar de macias as teclas são pequenas, planas, todas tem exatamente o mesmo tamanho (com exceção da barra de espaços) e a distância entre elas é mínima, o que dificulta a digitação, especialmente para quem tem dedos grandes. O direcional mudou para o lado direito e além de plano é retangular, mais alto do que largo, o que faz com que invariavelmente seja confundido com um leitor de impressões digitais.

Inicialmente, o que mais chama a atenção no MILESTONE é a tela multi-toque. Não só pelo tamanho (são 3.7 polegadas) como pela resolução, de impressionantes 854 x 480 pixels. É muito mais que a média dos outros smartphones Android no mercado ou mesmo do iPhone, que é de 320 x 480 pixels. Na prática, isso significa mais espaço útil: é possível ver a página inteira de um portal como o iG, por exemplo, no navegador sem ter de rolá-la lateralmente.

O processador ARM Cortex A8 de 550 MHz garante o desempenho. Se há uma coisa que o MILESTONE não faz é "engasgar", seja para carregar um programa, abrir um arquivo ou um site cheio de imagens e animações. O aparelho aceita cartões de memória micro SD de até 32 GB, usados para armazenar fotos, vídeos e músicas, e um cartão de 8 GB vem incluso na embalagem. No quesito telecomunicações o MILESTONE também é completo, com Wi-Fi 802.11 b/g, 3G HSDPA (downloads a até 10.2 Mb/s, dependendo da rede da operadora), GPS com bússola e Bluetooth 2.1.

A Motorola inclui um acessório curioso na embalagem: um "dock" de mesa, que não só recarrega a bateria como o coloca em uma espécie de "modo de cabeceira" assim que ele é encaixado à base: a tela passa a mostrar automaticamente a hora atual, horário dos despertadores programados e previsão do tempo. Diga adeus ao seu rádio-relógio.

A câmera do MILESTONE tem 5 MP, com autofoco e "flash" dual-LED. Infelizmente a qualidade de imagem deixa a desejar: fotos sob a luz do sol são muito boas, mas basta o tempo ficar nublado e já é possível notar uma quandidade de ruído nas áreas escuras além do aceitável. Cenas pouco iluminadas também ficam "lavadas" e tendem a ser mais escuras do que deveriam.

O Flash, como em todo celular, não ajuda muito: ele "estoura" quaisquer objetos próximos demais da câmera, deixando-os absolutamente brancos, e não tem alcance suficiente para os objetos mais distantes. Também é possível gravar vídeos, com resolução equivalente à de um DVD: 720 x 480 pixels a 30 quadros por segundo. A qualidade de imagem é boa, mas a duração dos clipes é limitada a 30 minutos no máximo. Ferramentas de compartilhamento permitem enviar vídeos para o YouTube (e fotos para o Picasa) diretamente a partir do celular.

A autonomia de bateria, um dos principais problemas com o DEXT, foi melhorada. No DEXT, ela mal chega a 7 horas de uso "típico" durante o dia (Wi-Fi e Bluetooth ligados, download automático de e-mails do GMail a cada 30 minutos, algumas chamadas e uma hora de navegação web), mas com o Milestone conseguimos mais de 10 horas. Truques como desligar o Wi-Fi e Bluetooth quando não forem necessários e reduzir o brilho da tela ajudam a esticar esse tempo ainda mais.

Versatilidade no software

O MILESTONE é o primeiro smartphone a utilizar a versão 2.0 do sistema operacional Android. Em relação à versão 1.5 usada em aparelhos como o Motorola DEXT as principais diferenças são um sistema de busca universal, suporte nativo a servidores Microsoft Exchange (essencial para quem pretende acessar e-mail e calendário da empresa no aparelho), uma versão aprimorada do navegador com suporte a HTML 5 e uma nova versão da loja de aplicativos (o Android Market), mais organizada.

Falando no Market, o MILESTONE é compatível com todos os aplicativos (e já são mais de 20 mil, segundo dados do Google) disponíveis para o sistema operacional Android. Infelizmente, nós brasileiros só vemos uma parte da loja, composta por aplicativos gratuitos. Ainda assim, há opções suficientes para todos os gostos, não importa se sua "praia" é astronomia ou música.

A Motorola também inclui com o aparelho o MotoNAV, um software de navegação que transforma o MILESTONE em um GPS Automotivo. Os mapas ficam armazenados na memória do aparelho, o que ajuda a economizar no tráfego de dados. Infelizmente o software é gratuito por apenas 60 dias, e após isto é necessário pagar uma licença de navegação, válida por um ano, para ter direito a funções como a atualização de mapas e navegação com instruções por voz.

O MILESTONE não tem o MotoBLUR, software que a Motorola desenvolveu para uso no DEXT e que dá ao usuário do aparelho acesso rápido e permanente a todas as suas redes sociais favoritas. A ausência pode ser explicada pelos diferentes perfis dos aparelhos: o DEXT é mais "descolado", voltado a um público jovem enquanto o MILESTONE, com seu visual sóbrio, praticamente grita: "eu sou uma ferramenta corporativa".

Uma curiosidade: o aparelho que testamos esquentava consideravalmente na parte traseira, mais especificamente em uma "faixa" logo abaixo da lente da câmera, exatamente sobre o processador. O calor era perceptível tanto após uso prolongado da conexão 3G quanto após o uso de aplicativos que fazem uso intenso do processador, como o jogo Speed Forge 3D.

Tal calor não chegou a ser desconfortável, mas com certeza é algo incomum entre os smartphones que testamos nos últimos dois anos. O mesmo comportamento foi observado em outras unidades do MILESTONE, então não pode ser atribuído a um defeito específico do aparelho em testes.

Vai matar o iPhone ou não vai?

A combinação de um hardware poderoso (tela de altíssima resolução, processador veloz) com o sistema operacional Android 2.0 faz do MILESTONE um aparelho excepcional: é sem dúvida o melhor Android atualmente disponível no mercado, e com certeza um dos membros da "elite" dos smartphones.

Alguns (como sua operadora nos EUA, a T-Mobile) insistem em posicioná-lo como um concorrente direto do iPhone, o que considero um equívoco: são aparelhos diferentes, com propostas diferentes: o iPhone é uma central multimídia imbatível, enquanto o MILESTONE é o terminal web sob medida para quem precisa estar sempre conectado. Se você se encaixa neste perfil, vai gostar dele.

Serviço

Nome: Motorola MILESTONE
Fabricante: Motorola
Preço: R$ 1.899 (sugerido pelo fabricante, sem subsídios de operadora)
Prós: Hardware poderoso, Android 2.0, funciona como GPS automotivo
Contras: Câmera desaponta, teclado pouco ergonômico

Notion Ink Smartpad, Um Tablet com Android e Processador Tegra

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O Smartpad da Notion Ink é um tablet que roda Android e deve ser lançado na CES 2010. Ele tem uma tela Pixel Qi de 10.1” com resolução de 1024 x 600 pixels e um processador Tegra T20. Ele tem conectividade 3G HDSPA, Wi-Fi e Bluetooth 2.1 +EDR, além de portas USB, HDMI e um plug de 3.5 mm para fones de ouvido.

O Smartpad também tem sensores de proximidade e iluminação, acelerômetro, compasso digital e A-GPS. A câmera de 3 megapixels tem foco automático e grava vídeos. Em termos de capacidade, o Smartpad tem um SSD de 16 ou 32GB que pode ser ampliada por um cartão SD.

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A bateria tem uma duração de 48 horas em standby, 8 horas assistindo a vídeos em alta definição e 16 horas acessando a Internet via Wi-Fi. O preço ainda não foi informado, mas este tablet não deve custar muito barato.

Cherrypal Africa – Um NetBook de US$99

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A Cherrypal é uma empresa especializada em vender computadores de baixo custo, mas parece que dessa vez eles foram longe demais. O modelo Africa é um netbook de 7″ equipado com um processador de 400mhz, 256MB de memória RAM e memória sólida de 2GB, podendo rodar (mal, creio eu) Linux ou Windows CE. Essas especificações chegam a me causar dor física de tão ruins, mesmo para quem vai apenas navegar na Internet. Isso é um Palm com tela grande. A justificativa: o preço de US$99,00.

O mais incrível é saber que o slogan para o produto é “Pequeno, lento, mas suficiente”. Uma ótima estratégia de vendas, não é mesmo? O produto foi criado para países em desenvolvimento, que demorarão ainda mais pra se desenvolver com uma maquininha tão ruim. O equipamento é vendido no próprio site do fabricante.

Mas cuidado: alguém fez um comentário no Ars Technica reclamando que a Cherrypal não entregou um pedido feito a eles, ou seja, deu o calote. E aí, quem vai encarar?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Tela obedece a comandos apenas com gesto


MIT usa sensores ópticos inseridos em telas de LCD para criar telas controladas por gestos.

No Massachusetts Institute of Technology, pesquisadores criam display que permitiria ao usuário, por exemplo, arrastar janelas simplesmente apontando para elas e movendo os dedos.

O objetivo é incorporar o display gestual em uma tela fina, como a de um celular, sem a necessidade de se usar luvas ou outros aparatos para controlar os comandos.

O sistema do MIT tem um display de cristal líquido que funciona como uma lente, alternando um padrão em preto e branco que permite que a luz passe para o sensor colocado atrás. O padrão muda tão rapidamente que, não importa o que esteja sendo visualizado na tela, o usuário não nota essa mudança.

Equipamentos controlados por gestos não são novidade, porém nenhuma das soluções já desenvolvidas é capaz de integrar, de forma simples, a tecnologia touchscreen com o controle por gestos.

Uma das ideias, criada por Hiroshi Ishii, inclusive inspirou o filme Minority Report. No entanto, para utilizá-la, é necessário estar em uma sala repleta de câmeras caras e usar equipamentos nos dedos.

MS tira MSN Juku do ar após acusação de plágio


Após ser acusada de quebrar regras de direitos autorais, a Microsoft tirou do ar o MSN Juku, serviço parecido com o Twitter lançado recentemente na China. Até então, a ferramenta permitia ao usuário do Messenger publicar e compartilhar mensagens de até 140 caracteres com sua lista de contatos no comunicador instantâneo.

A ação por quebra de direitos autorais foi movida pelo Plurk, um serviço canadense de microblog. Os donos da empresa acusam a gigante dos softwares de copiar grande parte dos códigos do Plurk para utilizar no Juku.

Em resposta, a Microsoft retirou o recurso do ar e, em um comunicado, disse que uma companhia contratada para trabalhar no desenvolvimento do Juku foi quem copiou os códigos.

HD externo da Samsung armazena até 2 terabytes


Se a sua vida digital é recheada de conteúdo, então um HD externo é uma alternativa bastante indicada para guardar tudo com segurança.

Mas a Samsung chutou o balde e lançará em janeiro deste ano um modelo com capacidade para armazenar até 2 terabytes. De acordo com a empresa, graças à interface eSATA, o aparelho poderá transferir até 3GB por segundo.

O gadget pesa 950 gramas e tem medidas de 12 por 4,1 por 19,3 centímetros - L x A x P. O preço do novo HD externo, no entanto, ainda não foi divulgado pela companhia.

Sony Ericsson quer Copa do Mundo no Twitter

Para o torneio, empresa pretende substituir publicidade tradicional por ações no microblog

Redes sociais podem fazer diferença em campanhas publicitárias na próxima Copa do Mundo

Redes sociais podem fazer diferença em campanhas publicitárias na próxima Copa do Mundo

Vai chegar o dia em que alguém vai descobrir para que exatamente serve o twitter. A Sony Ericsson está atrás deste segredo. Tanto que não quer mais repetir os antigos formatos de publicidade para a Copa do Mundo da África do Sul, em 2010, como anúncios publicitários em emissoras de TV e outdoors. A saída encontrada para a primeira participação da marca como patrocinadora do torneio promete ser o microblog.

A empresa quer apostar no boom das redes sociais. Acredita que, via twitter e Facebook, consegue atingir o público de uma forma mais íntima e efetiva. Analistas acreditam, porém, que será difícil fazer uma campanha bem sucedida por estes canais, já que são poucos os resultados colhidos de ações via redes sociais.

Em entrevista à Reuters, Calum MacDougall, diretor de parcerias globais da Sony Ericsson, revelou que a decisão de desviar do marketing tradicional foi consciente, "uma vez que isso condiz com nossa estratégia de focar no usuário de tecnologia". E completou: "iremos direto à comunidade online de fãs através de redes sociais populares".

A empresa já colocou no ar uma competição no Twitter. Nela, fãs são divididos em grupos iguais aos das seleções classificadas para a Copa da África do Sul. Os países com o maior número de tweets seguem adiante na competição, que ganhou o nome de Twitter Cup.

O acordo da Sony - uma das parceiras da joint-venture com a Ericsson que fabrica celulares - acertou um patrocínio de 305 milhões de dólares com a Fifa até 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil.

Novo Orkut para todos

Google decide distribuir convites para acelerar transição para nova interface

Novo lay out apresenta novas funções às páginas dos perfis

Novo lay out apresenta novas funções às páginas dos perfis

O Google decidiu acabar com a restrição para o novo Orkut e nas próximoas duas semanas vai oferecer convites para o novo modelo da rede social. A interface antiga ficará disponível durante um tempo.

A ideia inicial do Google era fazer a transição para o novo layout até a metade de 2010. Mas entendeu que a nova versão já havia atingido os objetivos e decidiu tornar a mudança mais rápida.

No entanto, é crescente o número de comunidades contrárias à nova cara do Orkut. Aos que detestaram a novidade, vem mais por aí: o próximo a ter suas configurações alteradas pode ser o Facebook.

Samsung Galaxy é Android basicão


Primeiro smartphone da Samsung baseado no sistema operacional do Google agrada com interface simples e direta e bom hardware

Desde sua estreia, o sistema Android OS, do Google, vem conquistando a adesão de cada vez mais fabricantes de hardware. Alguns deles, como Motorola e HTC, desenvolveram interfaces personalizadas sobre o sistema, incrementando seus aparelhos. Esse não é o caso da Samsung.

No Galaxy, a empresa optou por embarcar a versão básica do Android, sem nenhum trabalho de perzonalização mais elaborado. A boa notícia é que isso não é necessariamente ruim. Quem não liga para recursos como efeitos 3D na interface e integração robusta com redes sociais vai curtir a interface limpa e direta ao ponto do Galaxy.

A interface gráfica do Galaxy faz lembrar a do G1, o primeiro smartphone equipado com o Android. A versão do sistema embarcada no smartphone da Samsung não traz frescuras. Logo na tela inicial o usuário tem acesso aos ícones das principais funções do aparelho. Novos atalhos podem ser adicionados pressionado um espaço vazio da tela por alguns segundos. A interface direta agrada, mas ficaram faltando alguns widgets para redes sociais muito populares, como Twitter. Há um atalho para o orkut, mas ele não é um widget e apenas aponta para a versão móvel do serviço.

A navegação na web do Galaxy é feita por meio da versão móvel do Chrome. Graças ao hardware poderoso, o carregamento de sites é rápido e a transição entre páginas também ocorre de forma transparente para o usuário. Como todo celular feito com Android, o Galaxy já vem com widgets prontos para acessar serviços do Google, como Gmail e Google Maps. Há ainda uma widget para o Youtube.

No quesito hardware, não há do que reclamar. O processador de 528 MHz da Qualcomm dá conta do recado e o aparelho traz ainda 8 GB de memória interna, fora o slot para cartões microSD. Na área de conectividade, traz Wi-Fi, Bluetooth, GPS e suporta redes 3G. Também deve ser destacada a boa câmera de 5 megapixels, com flash.

Serviço

Nome: Samsung Galaxy GT-I7500L
Fabricante: Samsung
Preço: R$ 1.399 reais (sugerido pelo fabricante, sem subsídios das operadoras)
Prós: Boa configuração de hardware, interface simples e funcional
Contras: Falta de widgets para redes sociais